if you wish!
Meninas, eu ofereço este humilde espaço para continuarmos a nossa discussão. Se é que temos alguma coisa para discutir sobre isso ainda...
Escrito por fafuda às 23h40
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Bom, hoje eu me prometi duas coisas. Vocês podem me cobrar depois.
Eu estou eufórica. E eu estou um pouco desesperada. Vou devotar a minha vida para descobrir como consertar isso. E se não der para consertar, eu descubro o resto.
Eu não queria, mas...
Escrito por fafuda às 21h18
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mais pregunta...
É, realmente eu estou um pouco sem tempo para o blog. Pelo menos para publicar zilhões de posts e de comments...
Nessa quinta-feira (ontem!) eu encontrei a Ana Paula na saída do metrô. Eu não a via desde o último dia de aula de 2002, acho. Putz. Mas foi bem engraçado... Imagine as nossas caras de susto depois de quase dois anos sem uma ver a outra!
E mais engraçado foi na quinta-feira (mesmo dia da semana!) passada, quando eu encontrei a Ana Lígia na (mesma!) saída do (mesmo!) metrô (no mesmo horário!). Eu não a via desde o meu aniversário, em outubro de 2003. Não é tanto tempo quanto o da Ana Paula, mas... Eu levei um susto! Menina... Nossa! Eu só lembro que a gente parou e ficou uma olhando para a cara da outra com cara de espanto!
Que pena que ela não passou por lá ontem também! (Já deu um jeitinho de mudar o caminho..., né dona Ana Lígia?)
Bom, não sei se vocês entenderam aonde eu queria chegar com a pergunta anterior (pelo jeito a Flaflu não entendeu nem que era uma pergunta!), por isso eu serei um pouquinho mais direta agora.
VOCÊS SE CONSIDERAM PESSOAS EQUILIBRADAS?
O QUE SIGNIFICA, PARA VOCÊS, O EQUILÍBRIO EMOCIONAL?
VOCÊS ADMIRAM ESSA QUALIDADE EM UMA PESSOA?
Escrito por fafuda às 17h53
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pregunta...
A minha conexão Ajato voltou! Oba! Agora agüenta a Fafudinha, agüenta...
No último post que eu escrevi (muito brega, por sinal...), eu disse que não tinha nada a acrescentar. Eu odiaria que isso fosse verdade, mas é a sensação que me dá quando eu não sei como colocar aquilo que eu tenho a acrescentar. E para isso eu não ligo, nem tenho a pretensão de me fazer compreender a cada vez que abro a boca ou escrevo aqui. Portanto, acrescentando ou não acrescentando (o que é bem mais provável!), lá vou eu...
Essa semana foi uma semana (quer dizer, tem sido uma semana, porque ainda não acabou...) muito explosiva para mim. Como assim? A Fafudinha, explosiva...? Tem certeza? Tenho, tenho certeza. Mas é uma explosão diferente... é uma explosão, digamos... interna. Pois é. Idéias e emoções explodiram com a Fafudinha essa semana. Gostaria de compartilhar algumas idéias com vocês, mas não sei bem como, então faço uma pergunta.
Quando é que vocês se pegam fazendo alguma coisa e pensam: "meu Deus, eu sou louca!"? Não como uma expressão, sem muito significado, que se diz a qualquer hora, por qualquer motivo. O que eu quero saber é mais assim: quando é que você pára e pensa de verdade, com convicção: "eu sou louca!". O que é essa "coisa" que vocês fazem, e que, quando se dão conta que estão fazendo, acabam se surpreendendo (às vezes até se chocando) com o fato de vocês realmente estarem se comportando assim?
Escrito por fafuda às 19h55
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post VIP
Eu não estou comentando o meu último post porque não consigo visualizá-lo! Problemas técnicos da fafudinha, só para não variar. Mas não pensem que eu desisti do assunto, hein! Eu não desisto dos meus posts assim fácil. Não vou deixar post com só 6 comments, não... Bom, e o que mais? E o que mais é que eu tive um dia maravilhoso! À minha maneira, é claaaro, mas ainda assim MARAVILHOSO!!! Estou feliz hoje. Acho que estou feliz assim desde essa quarta-feira. Mas hoje, hoje eu estou especialmente feliz! Estou tão feliz, mas tão feliz, que eu queria mostrar isso aqui, no meu blog, só para vocês, amigas, convidadas VIP do mundinho da fafuda!!! Infelizmente, porém, isso não será possível, pelo menos não hoje... É que, mesmo eu odiando dizer isto que estou prestes a dizer, é a mais pura verdade: eu não tenho nada nada nada a acrescentar!
Ah! Só mais um detalhe... Eu estou ficando com a impressão de que vocês não entendem os meus posts e comments... A Dead já me disse duas vezes que quer me mandar para o manicômio Juquiri, e a Ana acabou de me agradecer, em seu mais recente post, "pela troca de raciocínios estranhos e confusos", chegando a me comparar com a própria Dead!!! E eu aqui, toda toda, vendo todo o sentido do mundo em tudo o que eu escrevo... Eu não tenho a intenção de ser ininteligível, viu! Às vezes, é verdade, a loucura acaba entrando no meio e atrapalhando um pouquinho... Mas de uma maneira geral, eu tenho sim a intenção e a expectativa de me fazer entender! Portanto senhoritas, se vocês estiverem frustrando essa minha expectativa, por favor, protestem! Eu não quero escrever um diário, eu não quero escrevem em código, eu não quero trancar o meu blog com um cadeado.
Escrito por fafuda às 00h11
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eu ainda porovo essa teoria...
Para uma pessoa resolver a sua relação com aquilo que não consegue suportar (que é uma relação, sempre, no mínimo, incômoda), que ela faça um esforço no sentido de tolerância simplesmente não é suficiente. Eu acredito que, para uma pessoa resolver a sua relação com aquilo que não consegue suportar, e que, por isso, traz certo incômodo à sua vida, é necessário que ela faça um esforço (bem-sucedido, obviamente) no sentido de se apaixonar - de verdadeiramente se apaixonar - pelo que lhe é insuportável.
Não concordo com isso de que todo o ódio é na realidade amor, disfarçado. Acho isso besteira. O amor pode até se disfarçar de ódio, sim. Mas é um disfarce que não dura, a gente percebe, qualquer um percebe. E o amor pode se disfarçar de muitas outras coisas. De inveja, de impaciência, de indiferença... Mas falamos de amor, não é? Quem sente amor por algum tempo, por melhor que seja seu disfarce, percebe que sente amor: é inevitável. Por outro lado, vocês já pararam para pensar o inverso? Quer dizer, vocês já se questionaram alguma vez sobre que tipo de sentimento a gente pode disfarçar com falso amor?
Sobre a pergunta que a Flaflu lançou na fotopage dela (se aquilo que a gente mais odeia em alguém é o que mais a gente teme em admitir para si mesmo), eu respondo que sim. Falo por mim, pelo menos. Vira e mexe percebo que as minhas reações mais extremas de ódio vão contra os meus defeitos que eu teimo em só reconhecer e criticar nos outros que também têm esses defeitos. Mas não acho que isso seja regra. Quer dizer, nem todo ódio é uma reação àquilo que a gente não gostaria de ser, e é. Também há ódio contra aquilo que a gente tem quase certeza que não é, aquilo que a gente odiaria ser. Também a ódio por muitas outras coisas que nem cabe escrever aqui.
Quanto à pergunta que a Dead lançou na fotopage da Flaflu (quanto tempo leva para se conhecer uma pessoa), isso eu não sei responder. Mas discordo definitivamente que sejam esses 15 segundos. Pensar que dá para conhecer o outro em 15 segundos é subestimar o outro. Ou superestimar você, pelo seu "sexto sentido". Não digo que o "sexto sentido" não exista, mas acho que nem toda a intuição do mundo seja o bastante para conhecer o outro. Pode ser bastante, mas não o bastante. Pode ajudar, não esgotar a interpretação que uma pessoa faz sobre outra.
Cuidado com preconceitos, hein. E mais cuidado ainda com preconceitos que você "possa" "justificar" com a sua intuição.
Escrito por fafuda às 19h48
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Eu odeio as pessoas.
Alguém aí sabe o que faz passar tendência genocida?
E para a doença crônica de ser anti-social, alguém sabe do remédio?
Conta para mim, vai.
Escrito por fafuda às 19h33
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amanhã há de ser outro dia
Mais uma semana começa amanhã (agora eu conto as semanas a partir dos domingos - será que isso vai dar certo?). Hoje eu estava exausta: depois da aula de francês foi só alegria. Descansei o resto do dia. Quer dizer, tirei o resto do dia para fazer algumas coisinhas para mim, que eu também mereço, né! Bom, mas amanhã começa tudo outra vez. E esta semana está com cara de complicada - mais ainda do que o de costume. Anyway, agora está tudo bem: passou a infecção, passou a inflamação, passaram os remédios, os antibióticos, passou o ódio de tudo e de todos, passou a vontade de sair assassinando geral... Acho que eu até estou bem animada! Olha só, tenham também uma semana maravilhosa (a começar pelo domingão!) e continuem me visitando e comentando aqui, hein! Muitos beijinhos pra vocês!
Escrito por fafuda às 21h22
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this is the day?
Tem uma música de um grupo britânico dos anos 80, o The the, que se chama This is the day. Vocês devem saber qual é.
Well... you didn't wake up this morning, 'cause you didn't go to bed. You were watching the whites of your eyes turn red!
The calendar on your wall -- IS TICKING -- the days off.
You've been reading some old letters. You smile and think how much you've changed. All the money in the world couldn't buy back those days.
You pull back the curtains, and the sun burns into your eyes. You watch a plane flying across a clear blue sky. THIS IS THE DAY -- Your life will surely change. THIS IS THE DAY -- When things fall into place.
You could've done anything, if you'd wanted. And all your friends and family think that you're lucky. But the side of you they'll never see Is when you're left alone with the memories That hold your life together like -- GLUE
You pull back the curtains, and the sun burns into your eyes. You watch a plane flying across a clear blue sky. THIS IS THE DAY -- Your life will surely change. THIS IS THE DAY -- When things fall into place.
THIS IS THE DAY -- Your life will surely change.
Não. Definitivamente, o espírito da letra não combina com o que eu tenho chorado no último post e nos últimos comments. Mas o trecho em negrito tem tudo a ver.
Sou sincera: não entendi o último post do blog da Ana. Não sei se é desabafo, se é gozação, se é os dois... Ainda assim, eu gostaria de fazer uma referência a algo que ela escreveu no comecinho. Ela lançou uma pergunta: "o que leva as pessoas que têm tudo a serem um nada?". E depois refletiu brevemente sobre a influência monstro que os acontecimentos do passado exercem sobre a sua vida presente. O resto do post é puro nonsense incompreensível à la Dead, melhor eu nem quebrar a cabeça...
Agora o trecho que eu coloquei em negrito:
You could've done anything, if you'd wanted. And all your friends and family think that you're lucky. But the side of you they'll never see Is when you're left alone with the memories That hold your life together like -- GLUE
Sacaram? Pois é isso aí.
Só a gente entende a nossa própria GLUE. É ela que faz a gente sofrer e sorrir à toa. Pelo menos é ela quem me faz sofrer e sorrir à toa. É pensando nela que eu me declaro insatisfeita ou insatisfeita com a minha vida. E dependendo da satisfação... Bom, já deu pra entender!
Na verdade ela me faz mais sofrer do que sorrir à toa. Sorrir à toa é mérito mais de momentos presentes: não é tão fácil que uma lembrança de algo que aconteceu me dê acesso de riso. O passado que assombra faz sofrer. É como se não bastasse que você vá à guerra e ganhe a guerra. É essencial que além disso você supere o fato de ter lutado. É, a nossa GLUE pode trazer muito sofrimento. Sofrimento do mais ilógico, por sinal, do mais sórdido, do mais estúpido. Sofrimento que não tem razão nenhuma de ser exceto dentro de você, dentro do "raciocínio" que você se vê obrigada a construir só para justificá-lo. Para parecer menos louca, menos patética. Olha, eu estou falando de mim, não quero colocar palavras na boca de ninguém.
Mas retomando a música, e o espírito renovador que a música inspira, é necessário que se coloque por hora a vontade de se ser trágica de lado, e que se assuma a necessidade que costuma seguir naturalmente a derrocada dessa vontade. É preciso que se assuma uma nova posição, que se olhe por cima do drama montado, por cima dos contratempos superdimensionados, dos fatos superestimados, das coisas todas que ganharam de nós mais importância do que realmente mereciam... Que se olhe por cima de tudo isso e que se siga, não por se ter deixado tudo isso (o que eu acho verdadeiramente impossível), mas apesar de não se ter deixado tudo isso. E que se cante (com um mínimo razoável de fé nas palavras cantadas, e com o mínimo possível de sarcasmo também) o refrão da canção do The the.
Everybody!
THIS IS THE DAY -- Your life will surely change.
THIS IS THE DAY -- When things fall into place.
THIS IS THE DAY -- Your life will surely change...
Escrito por fafuda às 17h54
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só pra deixar registrado
Eu estou um lixo. Sabe a Dead, que morreu e se esqueceu de deitar? Pois é. Eu acabei, e esqueceram de me jogar fora. Eu estou um lixo. Eu estou o (ênfase no "o") lixo. Acabada. Quebrada. Em cacos. Pedacinhos.
E ainda por cima eu estou triste. Triste mesmo. Triste assim de um jeito que eu não ficava fazia um tempo.
OBS: E o que é pior, o que é mais terrível, o que é mais trágico: tudo na minha vida continua dando descaradamente certo.
Escrito por fafuda às 18h59
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entre parênteses
O que até agora foi publicado neste blog e o que nele ainda será publicado tem prazo de validade. Prazo indeterminado, mas tem. Cabe aos mais atrasadinhos considerar desconsiderar tudo o que está escrito.
Escrito por fafuda às 20h19
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da série MINUTOS DE SABEDORIA:
"Hoje eu vou fazer a Revolução... Quer vir comigo?"
Escrito por fafuda às 20h10
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mais uma da série LIÇÕES BUDISTAS & CIA:
"Está deprimida, fofinha? Leva umas 10 chibatadas que passa..."
Escrito por fafuda às 20h07
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da série LIÇÕES BUDISTAS & CIA:
"Quando acontece algum contratempo, tenta tirar dele toda a emoção. Não sobra nada."
Escrito por fafuda às 20h04
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mais uma da série REFLEXÕES MUI PROFUNDAS:
"Quero ver quem consegue ser uma única pessoa ao mesmo tempo..."
Escrito por fafuda às 19h50
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